Madeira de Manejo

Do desmate ao manejo florestal

O Estado do Acre tem uma área de 164.221,36 Km2 no extremo noroeste do Brasil. Detém 87% de sua cobertura florestal original e, como parte do Bioma Amazônico, é alvo de desmatamento e queimadas de florestas. A partir da década de 1970, passou a sofrer com a pressão dos colonizadores pelo aumento da atividade agropecuária a partir do desmate. Isso gerou vários conflitos fundiários e perdas ambientais.

Em 1999, no entanto, iniciou-se um novo modelo de políticas públicas, baseado na valorização do ativo florestal, em busca do desenvolvimento sustentável. Nesse período ocorreram grandes avanços em diferentes áreas, como o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE). Este trabalho definiu as potencialidades e restrições de uso do território do Estado e incentivou a ocupação de áreas abertas pelo desmatamento.

Para evitar o desmate, o Estado adotou uma política ostensiva de manejo florestal, executada pelas conunidades e pela iniciativa privada. O manejo consiste em fazer o inventário florestal da área e identificar as árvores que estão em ponto de ser abatidas. O sistema acontece em rodízio para evitar danos às espécies.

O resultado dessa política sustentável já aparece para o mercado. Hoje, apenas 4% da madeira do Acre vendida dentro e fora do Estado não pertence aos projetos de manejo sustentável.

É com os outros 96% de madeira de manejo que a C.Alexandre trabalha. A empresa fez a opção pelo ambientalmente correto e busca parceiros idôneos para garantir a entrada no mercado de todo tipo de madeira, das de caixaria às nobres, desde que extraídas de forma sustentável.

Do desmate ao manejo florestal

O Estado do Acre tem uma área de 164.221,36 Km2 no extremo noroeste do Brasil. Detém 87% de sua cobertura florestal original e, como parte do Bioma Amazônico, é alvo de desmatamento e queimadas de florestas. A partir da década de 1970, passou a sofrer com a pressão dos colonizadores pelo aumento da atividade agropecuária a partir do desmate. Isso gerou vários conflitos fundiários e perdas ambientais.

Em 1999, no entanto, iniciou-se um novo modelo de políticas públicas, baseado na valorização do ativo florestal, buscando o desenvolvimento sustentável. Nesse período ocorreram grandes avanços em diferentes áreas, como o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE). Esse trabalho definiu as potencialidades e restrições de uso do território do Estado e incentivou a ocupação de áreas abertas pelo desmatamento.

Para evitar o desmate, o estado adotou uma política ostensiva de manejo florestal, tocada pelas conunidades e pela iniciativa privada. O manejo consiste em fazer o inventário florestal da área e identificar as árvores que estão em ponto de ser abatidas. O sistema acontece em rodízio para evitar danos às espécies.

O resultado dessa política sustentável já aparece para o mercado. Hoje, apenas 4% da madeira do Acre vendida dentro e fora do Estado não pertence aos projetos de manejo sustentável.

É com os outros 96% de madeira de manejo que a C.Alexandre trabalha. A empresa fez a opção pelo ambientalmente correto e busca parceiros idôneos para garantir a entrada no mercado de todo tipo de madeira, das de caixaria às nobres, desde que extraídas de maneira sustentável.

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